Governo do Distrito Federal
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24/01/18 às 15h29 - Atualizado em 15/02/18 às 13h42

Equipamentos Eletrônicos e Resoluções

Resolução Nº 396, de 13 de novembro de 2011, vigente a partir de 22/12/2011, dispõe sobre requisitos técnicos mínimos para a fiscalização da velocidade de veículos automotores, reboques e semirreboques, conforme o Código de Trânsito Brasileiro.

Abaixo estão disponíveis as localizações dos equipamentos eletrônicos do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal – DER/DF instalados a partir de 22/12/2011:

 

Resolução: 

Resolução 396/11 vigência a partir de 22/12/2011 (publicada no DOU em 22/12/2011).

 

Localização dos Equip. Eletrônicos: 

Pardais

 

SAIBA MAIS

Atualmente os principais tipos de equipamentos de fiscalização eletrônica de velocidade aplicados no Brasil são as barreiras eletrônicas (popularmente conhecidas como lombadas eletrônicas), os pardais e os radares.

No entanto, para classificar os diferentes modelos de aparelhos é necessário conhecer a função específica e conceitos técnicos de cada um deles, bem como avaliar quais os objetivos de sua instalação em cada local.

 

CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO

 

Quanto à Tecnologia de Detecção de Veículos

– Sensores de Solo: os sensores podem ser indutivos ou piezoelétricos, sendo instalados de forma fixa no solo.

– Reflexão de Ondas: podem ser microondas, Ultra-som (DOPPLER), ou Laser, não sendo necessário instalação de forma fixa no solo.

 

Quanto ao Tipo de Instalação

– Instalação Permanente: os locais de instalação são fixos e a fiscalização é constante.
– Instalação Eventual: os locais de instalação são escolhidos para fiscalização temporária, atendendo a alguma característica específica do local.

 

Quanto ao Modo de Operação

– Operação Automática: uma vez instalados, os equipamentos executam a detecção de veículos independentemente da ordem do operador.

– Operação Manual: os equipamentos são comandados diretamente pelo operador.

 

Quanto à Visibilidade

– Equipamentos Ostensivos: possuem grande visibilidade e sinalização própria acionada pelo veículo fiscalizado, como lâmpadas, sinais sonoros e mostradores de velocidade.

– Equipamentos Discretos: não têm fisicamente grande visibilidade.

 

Quanto à Amplitude de Monitoramento:

– Monitoramento Geral: os equipamentos monitoram todas as faixas de trânsito da via onde se encontram, cobrindo indiscriminadamente todos os veículos que por elas trafegam.

– Monitoramento Seletivo: os equipamentos monitoram somente a velocidade de um veículo por vez.

 

Quanto à Forma de Registro da Infração

– Registro com Imagem: os equipamentos registram a imagem do veículo infrator através de foto (película fotográfica) ou processos digitais.

– Registro sem Imagem: os equipamentos não registram a imagem do veículo infrator.

 

Quanto ao Objetivo Primordial do Equipamento

– Eliminar o tráfego de veículos acima de uma determinada velocidade

– Limitar a velocidade média do fluxo veicular e minimizar a ocorrência de velocidades muito altas

 

CARACTERÍSTICAS DOS EQUIPAMENTOS

A partir da análise dos critérios de classificação apresentados, é possível apontar as características de cada equipamento e sua função no monitoramento viário.

 

LOMBADA ELETRÔNICA
Características – Ostensivo, com sinalização própria acionada pelo veículo monitorado, detecção por sensores de solo, funcionamento automático, capacidade de monitoramento geral, com registro de imagens.

Utilização – Limitar a velocidade máxima de veículos em pontos críticos de vias e rodovias, de forma permanente, sem necessidade da presença da Autoridade de Trânsito.

 

PARDAL
Características – Discreto, detecção por sensores de solo, funcionamento automático, capacidade de monitoramento geral, com registro de imagens.
Utilização – Fiscalizar a velocidade de veículos em trechos de vias e rodovias, de forma permanente, sem necessidade da presença da Autoridade de Trânsito.

 

RADAR ESTÁTICO/MÓVEL
Características – Discreto, pode ser instalado em tripés ou veículos em movimento, detecção por reflexão de ondas, funcionamento automático, capacidade de monitoramento geral, com ou sem registro de imagens.
Utilização – Fiscalizar a velocidade de veículos em pontos escolhidos de rodovias, de forma eventual. Deve ser sempre operado na presença de Autoridade de Trânsito.

 

RADAR PORTÁTIL
Características – Discreto, detecção por reflexão de ondas, funcionamento manual, capacidade de monitoramento seletivo, com ou sem registro de imagens.
Utilização – Auxiliar na fiscalização da velocidade de veículos em operações especiais em rodovias, de forma eventual, sempre operado pela Autoridade de Trânsito, com abordagem imediata do infrator.

O uso de fiscalização eletrônica contribui muito à segurança de trânsito, diminuindo a freqüência e gravidade dos acidentes.

Resolução Nº 146, de 27 de agostro de 2003, dispõe sobre requisitos técnicos mínimos para a fiscalização da velocidade de veículos automotores, reboques e semi-reboques, conforme o Código de Trânsito Brasileiro. Essa resolução teve vigência até o dia 21/12/2011 e foi revogada pela Resolução 396/2011 de 13/12/2011, publicada no DOU em 22/12/2011. Abaixo estão disponíveis as localizações dos equipamentos eletrônicos do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal – DER/DF até o dia 21/12/2011.

 

Resolução: 

Resolução 146/03 vigência até 21/12/2011 (Revogada pela Resolução 396/2011 de 13/12/2011, publicada no DOU em 22/12/2011).

 

Localização dos Equip. Eletrônicos: 

Barreiras(Atenção! Sem contrato vigente no momento. Todos os equipamentos estão desligados, desde o dia 04/05/2011)

Pardais

 

SAIBA MAIS

Atualmente os principais tipos de equipamentos de fiscalização eletrônica de velocidade aplicados no Brasil são as barreiras eletrônicas (popularmente conhecidas como lombadas eletrônicas), os pardais e os radares.

No entanto, para classificar os diferentes modelos de aparelhos é necessário conhecer a função específica e conceitos técnicos de cada um deles, bem como avaliar quais os objetivos de sua instalação em cada local.

 

CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO

 

Quanto à Tecnologia de Detecção de Veículos

– Sensores de Solo: os sensores podem ser indutivos ou piezoelétricos, sendo instalados de forma fixa no solo.

– Reflexão de Ondas: podem ser microondas, Ultra-som (DOPPLER), ou Laser, não sendo necessário instalação de forma fixa no solo.

 

Quanto ao Tipo de Instalação

– Instalação Permanente: os locais de instalação são fixos e a fiscalização é constante.
– Instalação Eventual: os locais de instalação são escolhidos para fiscalização temporária, atendendo a alguma característica específica do local.

 

Quanto ao Modo de Operação

– Operação Automática: uma vez instalados, os equipamentos executam a detecção de veículos independentemente da ordem do operador.

– Operação Manual: os equipamentos são comandados diretamente pelo operador.

 

Quanto à Visibilidade

– Equipamentos Ostensivos: possuem grande visibilidade e sinalização própria acionada pelo veículo fiscalizado, como lâmpadas, sinais sonoros e mostradores de velocidade.

– Equipamentos Discretos: não têm fisicamente grande visibilidade.

 

Quanto à Amplitude de Monitoramento:

– Monitoramento Geral: os equipamentos monitoram todas as faixas de trânsito da via onde se encontram, cobrindo indiscriminadamente todos os veículos que por elas trafegam.

– Monitoramento Seletivo: os equipamentos monitoram somente a velocidade de um veículo por vez.

 

Quanto à Forma de Registro da Infração

– Registro com Imagem: os equipamentos registram a imagem do veículo infrator através de foto (película fotográfica) ou processos digitais.

– Registro sem Imagem: os equipamentos não registram a imagem do veículo infrator.

 

Quanto ao Objetivo Primordial do Equipamento

– Eliminar o tráfego de veículos acima de uma determinada velocidade

– Limitar a velocidade média do fluxo veicular e minimizar a ocorrência de velocidades muito altas

 

CARACTERÍSTICAS DOS EQUIPAMENTOS

A partir da análise dos critérios de classificação apresentados, é possível apontar as características de cada equipamento e sua função no monitoramento viário.

 

LOMBADA ELETRÔNICA
Características – Ostensivo, com sinalização própria acionada pelo veículo monitorado, detecção por sensores de solo, funcionamento automático, capacidade de monitoramento geral, com registro de imagens.

Utilização – Limitar a velocidade máxima de veículos em pontos críticos de vias e rodovias, de forma permanente, sem necessidade da presença da Autoridade de Trânsito.

 

PARDAL
Características – Discreto, detecção por sensores de solo, funcionamento automático, capacidade de monitoramento geral, com registro de imagens.
Utilização – Fiscalizar a velocidade de veículos em trechos de vias e rodovias, de forma permanente, sem necessidade da presença da Autoridade de Trânsito.

 

RADAR ESTÁTICO/MÓVEL
Características – Discreto, pode ser instalado em tripés ou veículos em movimento, detecção por reflexão de ondas, funcionamento automático, capacidade de monitoramento geral, com ou sem registro de imagens.
Utilização – Fiscalizar a velocidade de veículos em pontos escolhidos de rodovias, de forma eventual. Deve ser sempre operado na presença de Autoridade de Trânsito.

 

RADAR PORTÁTIL
Características – Discreto, detecção por reflexão de ondas, funcionamento manual, capacidade de monitoramento seletivo, com ou sem registro de imagens.
Utilização – Auxiliar na fiscalização da velocidade de veículos em operações especiais em rodovias, de forma eventual, sempre operado pela Autoridade de Trânsito, com abordagem imediata do infrator.

O uso de fiscalização eletrônica contribui muito à segurança de trânsito, diminuindo a freqüência e gravidade dos acidentes

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